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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ainda espero.

Já perdi as contas de quantas noites passei em claro, revirando-me em minha cama, andando a casa toda, buscando uma solução para fugir de tudo isso. Estou em uma busca implacável, em conflito comigo mesma. Não suporto a idéia de ser tão fraca, à ponto de não conseguir guardar, ou pelo menos esconder o que estava tão bem camuflado aqui dentro. Porque não voltam para onde estavam? No escuro ninguém os via ..
Agora estou eu tão inerte, tão frágil, que nem mesmo minhas lágrimas consigo conter. Está tão difícil que elas não cabem aqui dentro, escorrem pelos meus olhos. E eles já ardem, e a vermelhidão toma conta dos mesmos.
Meus dias passam lentamente, fazendo com que tenha mais tempo para lamentar o quanto dói ter me exposto assim. Ter chegado à mostrar o que há de bom em mim, e o que eu poderia compartilhar.
Me expus sem pensar, apenas por querer dividir isso, por achar que fosse a hora de saber. E talvez eu tenha tido um querer de receber o mesmo em troca, agora .. Mais e o que eu recebi? Nada, simplismente nada. Mais confesso que ainda espero que chegue a hora de receber. Pois demorei tanto para me expor, e mesmo arrependida, espero e quero receber o que tem para mim, seja bom ou ruim. Só não demore muito, já não aguento mais ficar aqui parada enquanto dentro de mim existe uma coisa que se corroe.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Realidade fantasiada.


Eu vou pra cama todo dia com mil histórias, mil poemas e composições que poderia escrever em meu diário. E eu tento passá-las pra um, juro. Mais infelizmente as palavras se embaralham, perco o rumo da história, sai tudo diferente comparado a minha fantasia.
À dias que não escrevo, que não ponho para fora, o que há de mais estranho em mim. E agora, como vou poder decifrar-me?, como vou entender mais sobre mim? Espero que passe logo, tantas coisas não podem ficar presas por muito tempo, tenho medo de não aguentar, e deixar todas elas se evaporarem ..
Mais medo eu tenho de não conseguir me descobrir, essa era a melhor maneira, na qual eu poderia ler e reler o que andei sentindo todo esse tempo.
Talvez não esteja tão dedica como no começo, talvez seja a complexidade de passar tudo que há aqui dentro para simples palavras, talvez essas coisas sejam tão incógnitas que meras palavras não sejam suficiente para expressar tudo que se passa dentro de mim.
Não quero mais me encontrar neste estado, incapaz de traduzir-me. Quero encontrar uma saída, um motivo para isso passar. Talvez seja a monotomia da minha vida, todo dia à mesma coisa, sem ter o que falar sobre o que conheci, descobri, senti. Sem ao menos reparar no banco da braça o quão lindo o dia está, sem ficar parada por alguns minutos em silêncio sentindo o vendo tocar-me com tanta delicadeza e levemente desalinhar os fios de meu cabelo sobre meu rosto. Sinto até frio na barriga de lembrar desses momentos, nos quais eu estava tão longe, em um mundo que só eu sei que existe, onde nada pode acontecer, e os sonhos mais impossíveis se tornam tão reais.
Está na hora de me desprender disso, dessa monotomia que está acabando com minhas histórias, com um mundo que por mais que eu esteja sozinha nele esteja tão completa, tão intocável.
Me trás de volta a minha realidade fantasiada, na qual onde nenhuma monotomia ofusca as mais belas histórias da minha vida.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz Ano Novo!

Hoje, o começo de um ano novo, de uma vida nova. De novas expectativas, metas, objetivos e etc .
Vim aqui com o propósito talvez de escrever tantas e tantas coisas, mais na verdade, nada que eu queira, para mim, para esse ano consigo passar para minhas palavras .. Talvez elas estejam presas dentro de mim, talvez eles sejam tão imensos que minhas palavras são poucas, ou talvez seja falta de inspiração. Datas comemorativas não me alegram tanto, muito menos me inspiram ..
Então só quero desejar Feliz Ano Novo para todos. E à mim, desejo só que eu viva sem medo cada momento que esse novo ano tem a me oferecer, que eu consiga me entregar à tudo e não me preocupar com nada, apenas em ser feliz independente da que forma seja.